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quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Voltei

Chico Xavier - pelo espírito Irmão Jacob


"Pessoa alguma escapará aos imperativos do próprio melhoramento. A criatura ignorante poderá refugiar-se na intemperança dos sentidos físicos, acreditando ser a morte o fim de toda a luta, e o homem instruído folheará páginas preciosas, imaginando-se exonerado da obrigação de ser útil ao próximo, no devotamento fraternal. Entretanto, para todos aqueles que se demoraram longe da ação edificante e renovadora, a vida espiritual reabre as portas do esforço pessoal imprescindível."

A que comparar o fenômeno da morte, dentro de suas sensações e surpresas?

Frederico Figner, que no livro Voltei, tendo em 1949 sua primeira edição e recebido pelo iluminado médium Chico Xavier, adotou o pseudônimo de “Irmão Jacob, foi dirigente da FEB¹ e espírita atuante. E nem por isso teve o privilégio de não ter dúvidas quando acolhido pelos amigos do “outro lado”.

Acreditava que a vida após a morte era somente um julgamento para que, se aprovado, prosseguiria para esferas superiores. Do contrário, delongaria outra vida no nosso planeta, e assim repentinamente.

Um tanto diferente de seu pensamento inicial foi sua trajetória na “passagem desta para uma melhor”, narrada carinhosamente nesta magnífica obra e cheia de detalhes emotivos e verdadeiros, chamada “Voltei”.

“Lastimavam todos, qual ocorria a mim mesmo, não haverem aproveitado as horas no corpo físico, dentro da eficiência desejável. Poderíamos ter concretizado muito mais o nosso idealismo cristão na causa que abraçáramos, se tivéssemos usado a aplicação com o mesmo ímpeto com que procurávamos conforto no campo do ensinamento.”


Por que ler este livro?


É, de longe, uma das dúvidas mais presentes na mente de muitos como é a vida após a morte, se assim existir.

Este livro nos mostra, por conter detalhes em abundância, como foi a passagem, o que viu, o que sentiu – ou o que não sentiu mais – o gracioso autor durante o período. Cada criatura tem a sua individualidade e, por assim ser, não é certo que seguirá os mesmos passos. Todavia, o julgamento virá, de certo, e com ele todas as surpresas que cada ser tem em merecimento.

Também em várias oportunidades nos adverte sobre o tempo perdido, que deixamos escoar pelos dedos e o qual alguns de nós procuramos desesperadamente o resgate do mesmo, não tendo todos a mesma sorte.

Passados alguns momentos difíceis do qual se encontrou, o autor nos mostra o quão belo pode ser o “outro lado” e as maravilhas que nos aguardam, além de apresentar alguns trabalhos do qual participa, promovendo o amor.

Conceitos de uma cartilha preparatória


Um trecho que nos chamou a atenção foi o de uma cartilha lida, donde seguem alguns ensinamentos.

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

De gênio e louco todo mundo tem um pouco

Augusto Cury


Um livro de Augusto Cury que vai agradar jovens de 9 a 90 anos!


“Não há gênio que não tenha sua loucura e louco que não tenha sua genialidade. De gênio e louco todo mundo tem muito mais do que se imagina.”

Mais uma vez Augusto Cury põe seus pés ensinamentos aqui nos permitindo entender um pouco mais da psicologia pessoal através de dois malucos, Boquinha e Prefeito.

Este dois doidos nos permitiram até rir sozinhos durante a deliciosa leitura fornecida no livro e nos remete a comparação da nossa própria vida, entendendo que podemos ser muito mais livres e termos momentos mais divertidos do que, de fato, temos.

Os personagens foram extraídos entusiasmadamente dos dois volumes da saga O Vendedor de Sonhos, incluindo um dos volumes já inserido no nosso blog, sendo O semeador de ideias – do mesmo autor.

A história detalha a vida de dois coadjuvantes da outra história, mostrando o quão difícil foi a vida de cada um e, mesmo não tendo nenhuma familiaridade, são muito mais parecidos do que imaginam. Ainda que a infância dos dois tenha sido trágica, eles conseguem ignorar este fato, inventando mentiras para algumas pessoas, ajudando outras e surpreendendo todo o resto.


Por que ler este livro?


Livro de leitura fácil e vocabulário simples, abusando de criatividade e realidade.

O autor nos leva a presenciar um cenário pouco comum e algumas atitudes nada sérias, além de podermos comparar alguns atos dos personagens com nosso cotidiano que, muitas vezes, triste, cansativo, depressivo, permitem soluções tão simples e tão divertidas. Basta enxergar por outro ângulo, ver de outra forma. Sair da realidade e encontrar o louco genial que cada um de nós somos.