Augusto Cury
O chamado
“Sem sonhos, os monstros que nos assediam, estejam eles alojados em nossa mente ou no terreno social, nos controlarão. O objetivo fundamental dos sonhos não é o sucesso, mas nos livrar do fantasma do conformismo.”
E, não mais do que estranhamente, a vida do intelectual Júlio Cesar foi salva por um homem. Ainda que contra sua vontade de Julio.
Do vigésimo andar do edifício San Pablo, Júlio tentava amenizar todas as suas dores, apagar seus medos, corrigir seus erros, diluir seus sonhos... Foi quando, no final daquela sexta-feira, após furar o bloqueio policial e passar pelo renomado psicólogo que tentava mudar a ideia do suicida, o estranho homem, prontamente trajado com “roupas de ontem”, barba por fazer, camisa social largada, aparentando em torno de 40 anos, sentou ao lado daquele que estava “por um fio”, retirou seu lanche de uma bolsa que carregava e começou a degusta-lo, pedindo licença e silêncio para Júlio enquanto deliciava o lanche.
Seria um louco? Um psicopata? Um apresentador sensacionalista de TV?
O Vendedor de Sonhos não só salvou a vida como mudou toda a forma de pensar do intelectual Júlio, professor universitário respeitadíssimo. Das cinco línguas que falava, nenhuma foi suficiente para entender, de imediato, o que ou quem era o homem que o salvou.
“...diferentemente deles “ – alguns socialistas –“, meu sonho não é destruir o sistema politico vigente para reconstruí-lo. Não creio em mudança de fora pra dentro. Creio numa mudança pacifica de dentro pra fora, uma mudança na capacidade de pensar, e enxergar, se criticar, interpretar os fenômenos sociais, e, em especial, na capacidade de resgatar o prazer. Meu sonho está dentro do ser humano.”
“Quando considero a brevidade da existência dentro do pequeno parêntese do tempo e reflito sobre tudo o que está além de mim e depois de mim, enxergo minha pequenez.
Quando considero que um dia tombarei no silêncio de um túmulo, tragado pela vastidão da existência, compreendo minhas extensas limitações e, ao deparar com elas, deixo de ser deus e liberto-me para ser apenas um ser humano.
Saio da condição de centro do universo para ser apenas um andante nas trajetórias que desconheço...”
Por que ler este livro?
Em sua trajetória, o Vendedor de sonhos mostra que há um lado divertido de enxergar a vida, um lado inteligente de responder perguntas profundas e a forma simpática de agradar a (quase) qualquer um.
De história instigante e provocadora, Augusto Cury – autor do livro – permite ao leitor saborear o conhecimento da história de simplicidade e superação deste personagem que permitiu perceber a pacaticidade da vida até mesmo do mais hiperativo dos cidadãos.
Este livro é o primeiro da saga O Vendedor de Sonhos, e tem outros dois títulos, de mesma autoria, sendo O vendedor de sonhos e a revolução dos anônimos,
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