James C. Hunter
Os princípios de liderança de O monge e o executivo.
Qualquer um que queira ser um líder entre vocês deve primeiro ser o servidor.
Se você opta por liderar, deve servir.
(Jesus Cristo)
Este livro trás, empiricamente, os conselhos apresentados na história do livro O Monge e o Executivo, do mesmo autor.
Prazeroso ao ser lido, o livro demonstra que, para aquele que deseja ser um bom líder, já deu o primeiro passo e procura a melhoria contínua através de feedback, não está longe de conseguir. Todavia, ser um bom líder é preciso, antes de mais nada, seguir uma não tão rigorosa lista de "ingredientes" que tornam a liderança uma prática efetiva.Esta lista está sugerida nos capítulos do livro:
- Sobre a liderança;
- Sobre o poder e autoridade;
- Sobre o desenvolvimento da autoridade;
- Sobre liderança e amor;
- Sobre gentileza e responsabilidade;
- Sobre a natureza humana;
- Sobre o caráter a mudança humana;
- Sobre a inteligência emocional e liderança; e
- Sobre motivação e outras coisas fundamentais.
Uma palavra nos chamou a atenção durante a leitura e destacou-se explicitamente a cada aparecer. Esta palavra, que dá "corpo" a um sentimento belíssimo, é amor. Não o amor enfatizado nos romances apaixonados do cinema, mas amar o que se faz, amar ao próximo, fazer o que deve ser feito com paixão.
Também é bastante evidente a diferença entre poder e autoridade e a forma com que estes dois métodos de liderança afetam a equipe. Para demonstrar a situação, o autor nos remete à seguinte situação: o marido concede um desejo da esposa de comprar um cachorro da raça Poodle. Como sempre o marido quer chegar em casa e relaxar em sua poltrona, mas de repente lá está, todo esparramado, o novo integrante da família, o cachorro. O marido então, para resgatar seu espaço de conforto, dá leves palmadas com o jornal para que ele saia de sua poltrona. O cachorro sai, pois tem medo, mas voltará à poltrona assim que tiver nova oportunidade. Neste momento o marido é o único motivado da história. Certo dia, a esposa ameaça abandonar o marido se ele persistir em bater no cachorro. Neste momento o marido começa a subordinar o cachorro com pedaços de carne. Assim, voltamos ao ponto em que apenas o marido está motivado, pois o cachorro voltará a se esparramar na poltrona na primeira oportunidade, não estando "motivado" a sair dali, e sim, está desafiado e enfurecido.
Como o título do livro sugere, um bom líder deve ser um servidor. Ensina-se pelo exemplo e, levando isto em consideração, deve-se servir para ser servido - neste caso, respeitado. Não que o líder deva pôr a mão na massa igualmente os liderados, mas ele deve servir como apoio em qualquer cena. Discutir situações, ouvir e respeitar sugestões e opiniões, ser afetivo, ser servidor, ser amigo e, principalmente, amar a equipe são básicas recomendações descritas no decorrer das página do livro.
Criar atrito é outra boa prática de um bom líder. Não confundindo atrito com conflito. O atrito positivo tira o funcionário da zona de conforto e "acende uma fogueira dentro dele". Faz com que ele se mova rumo a melhoria, pois percebeu que não está no melhor dos cenários, situação esta que não era percebida antes de "criação" do atrito.
Também é bastante evidente a diferença entre poder e autoridade e a forma com que estes dois métodos de liderança afetam a equipe. Para demonstrar a situação, o autor nos remete à seguinte situação: o marido concede um desejo da esposa de comprar um cachorro da raça Poodle. Como sempre o marido quer chegar em casa e relaxar em sua poltrona, mas de repente lá está, todo esparramado, o novo integrante da família, o cachorro. O marido então, para resgatar seu espaço de conforto, dá leves palmadas com o jornal para que ele saia de sua poltrona. O cachorro sai, pois tem medo, mas voltará à poltrona assim que tiver nova oportunidade. Neste momento o marido é o único motivado da história. Certo dia, a esposa ameaça abandonar o marido se ele persistir em bater no cachorro. Neste momento o marido começa a subordinar o cachorro com pedaços de carne. Assim, voltamos ao ponto em que apenas o marido está motivado, pois o cachorro voltará a se esparramar na poltrona na primeira oportunidade, não estando "motivado" a sair dali, e sim, está desafiado e enfurecido.
Como o título do livro sugere, um bom líder deve ser um servidor. Ensina-se pelo exemplo e, levando isto em consideração, deve-se servir para ser servido - neste caso, respeitado. Não que o líder deva pôr a mão na massa igualmente os liderados, mas ele deve servir como apoio em qualquer cena. Discutir situações, ouvir e respeitar sugestões e opiniões, ser afetivo, ser servidor, ser amigo e, principalmente, amar a equipe são básicas recomendações descritas no decorrer das página do livro.
Criar atrito é outra boa prática de um bom líder. Não confundindo atrito com conflito. O atrito positivo tira o funcionário da zona de conforto e "acende uma fogueira dentro dele". Faz com que ele se mova rumo a melhoria, pois percebeu que não está no melhor dos cenários, situação esta que não era percebida antes de "criação" do atrito.
A verdade é que não há nada de digno em ser superior a outra pessoa.
A única nobreza genuína é ser superior a seu antigo eu.
(Whitney M. Young Jr.)
Você obtém o melhor esforço dos outros não por acender uma fogueira sob seus pés, mas por atear um incêndio dentro deles.
(Bob Nelson)





