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quinta-feira, 23 de agosto de 2012

O monge e o executivo

James C. Hunter


Uma história sobre a essência da liderança.


Paciência, bondade, humildade, respeito, abnegação, perdão, honestidade, compromisso e sacrifício não são palavras que apenas definem uma pessoa por si só. Elas conseguem definir, entrelaçadas, o amor e a liderança.

Não basta dar ordens ou distribuir tarefas, todas as qualidades citadas precisam fazer parte do cotidiano de qualquer líder.

Durante o transcorrer do livro, o colega de quarto do autor cita um texto grafado em sua caneca:
Não é meu trabalho pilotar o navio;
Nunca soprarei a corneta.
Não é meu trabalho dizer até onde
O navio irá.
Não tenho licença para ir ao convés
Ou mesmo tocar o sino.
Mas se esta coisa começar a afundar
Olhe quem vai para o inferno!

Isso mostra a falta de oportunidade que algumas pessoas possuem, deixando que a situação se transforme em transtorno. Mas já dizia o velho ditado “é nos difíceis momentos que encontramos as melhores oportunidades ” . Cabe ao operário a decisão de se tornar um líder, de tomar a iniciativa e fazer mais e melhor do que faz hoje.

Segundo o livro, a autoridade não deve ser tomada com poder. Ela deve ser adquirida pelos atos, deve ser conquistada. É diferente um filho obedecer ao pai pura a simplesmente pelos atos do pai serem vistos de forma positiva dentro de casa, com respeito, com amor, com dedicação, com humildade... ao invés de o filho obedecer por medo, seja de castigo, seja da surra.

Cabe a cada um de nós buscar e conquistar essa liderança. Além de tudo, podemos ser um líder não apenas tendo um título ou um crachá diferenciado, mas em qualquer situação. Qualquer mesmo!


(continua no post do livro Como se tornar um líder servidor)




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